quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

All you need is love

Essa música tocada por Sungha Jung, um sul coreano de 12 anos, que toca violão a apenas 4 anos, chama-se All you need is love, é originalmente dos Beatles e encaixa perfeitamente no contexto da Boa Música Universal, foi gravada nos anos 60, na Inglaterra, e agora, quase quarenta anos depois, foi brilhantemente tocada por essa criança na Coréia do Sul.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Teste e opinião Mochila Trilhas & Rumos






O test drive da Mochila Trilhas & Rumos modelo Caminhada 50, foi realizado na viagem rumo a Bolívia e Perú com direito a Trilha de Salkantay feito em quatro dias. E depois, mais um teste durante a outra viagem para o Norte da Argentina.
O preço foi bom R$120,00 em São Paulo, numa loja de malas no centro da cidade,
mas o resultado final pode ser considerado apenas Razoável, devido a falta de praticidade e da falta de conforto.

Na primeira viagem, a mochila foi com 9 kilos de carga e equipamentos de filmagem, e na Trilha de Salkantay acrescentei um saco de dormir para 15 graus negativos, preso por fora, e voltou inteirona resistindo a muitos porta malas sujos de ônibus velhos e também a uma chuva no segundo dia da trilha, mas senti uma extrema dificuldade de encontrar um fleece ( blusa ) que estava guardada no meio da mochila, e por isso tive que tirar tudo de dentro dela no meio de uma rodoviária.
E também os dois bolsos da frente não dá para por nada, porque a entrada é muito apertada e só cabe papel.
Na segunda viagem acrescentei um saco de dormir Trilhas & Rumos Super Pluma Inverno, que pesa 1,5 kilos, deixando a mochila com 10,5 kilos de carga. O saco de dormir ficou bem fixo na parte da frente da mochila sem precisar de nenhum extensor ou corda para prende-lo, porque a própria mochila tem alças para fixar o saco, mas apesar de estar bem preparado fisicamente, eu senti bastante as costas, porque ela não tem armação interna para a coluna, fazendo com que o peso não se distribua ao longo das costas sobrecarregando os músculos do ombro.
O destaque é o preço e a resistência, porque ela continua novissima depois dos testes.

PRÓS:

- Custo
- Resistência
- Prendedor externo para o saco de dormir

CONTRAS:

- Falta de praticidade ( apesar de ter abertura por baixo, uma mochila de 50 litros cabe muita coisa no meio, e para ter acesso tem que tirar tudo de dentro )

- Falta de conforto ( não tem armação interna de distribuição de peso )

- Design ultrapassado ( existem bolsos dianteiros que tem a entrada muito estreita)

- Peso ( 1,5 kilos )

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Trilhas e Cachoeiras de Corupá











Uma ótima opção de caminhada no Norte do Estado de Santa Catarina fica na Reserva Particular do Patrimônio Natural Emílio F. Battistella, localizado na cidade de Corupá, que significa "muitas pedras". O parque conta com um circuito de 2.900 metros, que passa por 14 cachoeiras ao longo do Rio Novo, e também com a Trilha do Araçá, que sobe 2500 metros e vai direto para a Cachoeira Salto Grande, que é a última queda e tem 125 metros de altura. Todas as quedas são realmente lindíssimas e na maioria delas é permitido o banho.
Para entrar no parque se paga R$5,00 por pessoa, e na mesma estrada de terra, um pouco antes do parque existem dois campings, o Camping Dias e o Camping Família Conrad, ambos com restaurante. A diária para acampar é de R$5,00 por pessoa e na cidade também tem opção de hotel e chalés com bom preço.
Na cidade de Corupá, saindo da rua Franz Kurt Klotzch, tem uma trilha que sobe ao topo do Morro de Boi, que tem 990 metros sobre o nível do mar e é possível avistar o Oceano Atlântico.

Mais informações http://www.corupa.sc.gov.br/home/index.php

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Playing for change

Todo mundo que gosta da natureza, de bons momentos e de se sentir bem, também gosta de boa música universal.
Aquela música que não tem época, raça nem limites, que é feita de paz e esperança por todos os povos.
A música tem o poder de trazer emoção até para o mais duro dos corações, e o poder de unir os homens, independente da língua e do país.
Pensando nisso, postamos as boas músicas que encontramos ou que recebemos de amigos, para dividir com todos.

Essa música, escrita por Pierre Minetti, é parte integrante do documentário que venceu varios prêmios, chamado Playing for Change, onde dois americanos, Johnatan Walls e Mark Johnson, se uniram para viajar o mundo por três anos captando a música de artistas de rua e também alguns músicos conhecidos, para unir num único hino, com o objetivo de trazer paz para o mundo.

Playing For Change se tornou uma fundação internacional e colabora com muitos projetos para melhorar o mundo através da música. Esperamos que vocês gostem!

Mais informações www.playingforchange.com

Lizóide

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Informações do Green Park - FreeRide Cantareira









Essa notícia é para os fissurados por Mountain Bike Down Hill, foi inaugurado na Serra da Cantareira, em São Paulo, um verdadeiro Bike Park, com circuitos de Four X, Down Hill, North Shore e Dirt Jumping. O Green Park, fica próximo a Rodovia Fernão Dias e vale muito a pena dar uma conferida.
Para andar é preciso adquirir uma pulseira de acesso, disponíveis nos pontos oficiais de venda, como na loja Back Flip Bikes, na Zona Norte de São Paulo. Que custa R$15,00. É possivel também, fazer o pagamento mensal e ser um associado do park, por R$50,00 por mês.
A área do Green Park conta com lanchonete, piscina, banheiros, estacionamento e iluminação para sessions noturnas.
Eu, estive em São Paulo e fui no Green Park, por pouco tempo, mas foi suficiente para captar algumas imagens e fazer um clip para apresentar o pico a todos!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Post de estréia


Enfim um texto feminino por aqui, depois de tanto tempo ensaiando para começar a escrever...
A inspiração veio pensando na frase "Subir a montanha porque ela está lá". Li num blog um pouco antes de viajar e subir minha primeira montanha depois de muitos anos (Catamarca, Mogote "El Carrizal", Quebrada del Rio Tala). A sensação de chegar no topo é indescritível, uma mistura de sentimento de mundo gigante e você lá em cima, minúsculo, com auto-superação e mais um monte de emoções e, claro, cansaço.
Bem parecido com o que eu sinto nas maratonas aquáticas, ou travessias. Que, contrário do que muitos pensam, não são sempre provas para supernadadores. A idade dos participantes varia de 11 a 80 anos ( tem também provas mais curtas para crianças menores) e além das categorias feminina e masculina tem a PPNE (Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais).
Existem vários circuitos de travessias no Brasil, em Santa Catarina eu conheço dois: www.aquaticasc.com.br e www.travessias.com . Cada circuito tem 5 provas em média, que podem acontecer em rios, lagoas, represas ou mar.
É mais uma maneira de interagir com a natureza sem agredir, praticando um esporte ao ar livre e com pouco dinheiro.
E, se alguem se interessar, dia 28 de fevereiro tem a travessia de Portobelo, com 1500 metros de extensão, saindo da praia e chegando na ilha.

Mais informações sobre travessias em Santa Catarina: www.aquaticasc.com.br

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Mínimo Impacto à Natureza


A partir do momento que se divulga e incentiva a prática de esportes ao ar livre, é necessário que se tome as devidas providências para que a Mãe Natureza não sofra danos com esse aumento de praticantes.
Pensando nisso, o Andarilho da Ilha gostaria que todos lessem o Guia do Mínimo Impacto à Natureza, que foi elaborado por Rodrigo Gomes Ferreira e Rodrigo Castelan Carlson, para que todos aqueles que queiram iniciar, ou já são amantes de Montanhismo, Trekking, Campismo e Escalada, tenham como objetivo preservar e não deixar o menor rastro por onde passou, deixando assim, a oportunidade de nossos descendentes usufruírem das belezas no nosso planeta.

O Guia do Mínimo Impacto à Natureza se encontra no site:

ACEM - Associação Catarinense de Escalada e Montanhismo

Se quiser se aprofundar mais no assunto:

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O que é Trekking?






Trekking é o ato de caminhar na natureza, para explorar uma área desconhecida, atingir o cume de uma montanha para se localizar e ter uma bela vista, ou para se locomover numa região.
Então, o Trekking é o mais antigo dos esportes do mundo. Desde o início da raça humana, há mais de 100 mil anos atrás, o homem se locomovia como nomades, buscando alimento e povoando novas áreas.

A palavra "trek" tem sua origem na língua africâner e passou a ser empregada pelos vortrekkers, os primeiros trabalhadores holandeses que colonizaram a África do Sul.

O verbo trekken significa migrar e carregava uma conotação de sofrimento e resistência física, numa época em que o único meio e locomoção era a caminhada.

Quando os britânicos invadiram a região, a palavra foi absorvida pela língua inglesa e passou a designar as longas caminhadas realizadas pelos exploradores em direção ao interior do continente.


Mas o trekking começou a se desenvolver como esporte na Europa, região dos Alpes. Onde os cumes das fronteiras entre França, Suiça e Itália, começaram a ser conquistada a partir de 1492.
Mas 08 de agosto de 1789, é considerado o ínicio do montanhismo moderno, porque Michel Paccard e Jacques Balmat, atingiram o cume do Mont Blanc, na França, com 4.810 metros de altitude. A primeira ascenção de alta montanha pelos europeus incentivou pessoas do mundo todo a explorarem as montanhas do planeta.

Os praticantes da modalidade aliam o prazer em contemplar a natureza com os benefícios da atividade física, tentando fugir do stress do dia-a-dia. Os percursos podem ser curtos ou longos, importando apenas o prazer em caminhar.

O baixo custo da atividade, aliado com os vários níveis de dificuldades, proporciona ao praticante toda a segurança necessária e, é um dos principais motivos para o desenvolvimento do esporte. "Nos últimos anos o crescimento tem sido muito grande.

Como competição,
as regras nas provas do Trekking se assemelham as de um rally de regularidade. A equipe vencedora é aquela que consegue atingir com precisão o tempo estipulado da prova e perder menos pontos na contagem final, depois de apurados os tempos nas passagens pelos postos de fiscalização.

As provas cada vez contam com mais equipes", disse o Diretor do Departamento de Trekking da ABEA (Assossiação Brasileira de Esportes de Aventura), Esdras Martins.

Mais informações em http://oradical.uol.com.br/trekking/

domingo, 25 de janeiro de 2009

Diario da Trip Argentina - Dias 8 e 9







Acordamos e fomos até a rodoviária da cidade, o ônibus que nos disseram que saía as 10:00hs para Andalgalá, na verdade saía as 13:30hs, então tivemos que ficar esperando na rodoviária. Compramos revistas, sentamos na praça de alimentação e lá ficamos. Almoçamos e seguimos para Andalgalá, no pior ônibus da viagem, velho, imundo e com os assentos rasgados, da empresa Lazo, haviam pessoas em pé e dormindo sentadas no chão, a temperatura estava mais de 40 graus, e o percurso durou umas quatro horas.
Chegando em Andalgalá fomos nas Informações Turisticas, na praça central, para saber se haviam hostels por perto.
A mulher nos disse que haviam Residenciais, que eram quartos em casa de família, fomos até o Residencial Don Manuel, na rua Rivadavia, que era bem simples, mas a diária muito barata, 20 pesos por pessoa.
Saímos para comer pizza e ficamos um pouco na praça, que estava bem cheia.
Dormimos no quarto mais quente de Andalgalá, acordamos tarde e fomos até a rodoviaria nos informarmos sobre ônibus para Aconquirra, mas o ônibus saía as 12:30hs e já eram 12:05hs, eu não estava com a menor vontade de sair correndo até o quarto para arrumar as coisas com pressa.
Almoçamos e a moça que trabalha no restaurante nos disse que tem duas piscinas públicas na região, decidimos fazer essa caminhada de 17 kilometros naquela tarde. Depois do almoço tivemos que fazer uma siesta, porque estava uns 42 graus, e depois do repouso saimos para a caminhada.
A primeira piscina é no Camping Villa del Parque, e a segunda no Camping La Toma, a vista do Nevado Aconquirra durante o caminho é lindo!
Voltamos, descansamos e fomos na praça comer lanche. Fomos dormir bem cedo.
Os próximos três dias da viagem consistiram em voltar tudo em direção ao Brasil, por San Fernando de Valle de Catamarca, pegamos um Buscama Andesmar, e voltamos até Posadas, e pegamos outro ônibus para Alviar e atravessamos o Rio Uruguai de balsa para chegar a Itaqui, no Rio Grande do sul.

Todas as fotos da trip em http://picasaweb.google.com/lizoide/TripArgentina#

sábado, 24 de janeiro de 2009

Diario da Trip Argentina - Dias 6 e 7














No sexto dia, agente acordou e deu uma longa caminhada pela cidade, e foi até a rodoviária pegar informações de passagens para Andalgalá, depois eu tive que comprar cd virgem para esvaziar o cartão de memória da máquina de fotos, e fui almoçar no restaurante Picasso, que fica na praça principal de Catamarca, comi um bife a milanesa com pure de batatas muito bom.
Depois voltei ao hostel e transferi as fotos para o cd e então saimos para ir conhecer o Dique Las Pirquitas. Pegamos um ônibus público e depois de uma hora chegamos ao ponto final.
Começamos a caminhar pela estrada, na direção que achamos que era o dique por mais meia hora, chegamos no dique que é enorme, tiramos fotos, fizemos filmagens mas a água não era muito convidativa para nadar.
Pegamos o ônibus de volta a San Fernando del Valle de Catamarca na hora do rush,
por isso estava bem cheio. De volta ao centro fomos ao supermercado para comprar os alimentos pro jantar e também pro trekking do dia seguinte.
Eu jantei e estava tão cansado que quando eram umas 21:30hs já estava dormindo.
No dia seguinte acordamos as 07:00 hs, para tomar o café e encontrar o Juan Carlos para fazer a caminhada. Fomos até a Plaza 25 de mayo, encontramos Juan e chamamos um taxi, para nos levar até a região de El Rodeo.
Começamos a nossa caminhada pela Quebrada de El Tala, e durante a primeira cruza de rio, Juan nos disse que o nível da água estava bem alto e teriamos que atravessar o riacho com a água na altura do joelho, com a correnteza e as pedras lisas, foi um bom começo.
A água estava muito gelada e eu não podia escorregar porque estava com a filmadora na pochete, enquanto subiamos a trilha, tivemos que cruzar o rio mais umas três vezes, mas deu tudo certo.
Juan Carlos nos disse que poderiamos ascender ao pico do Mogote "El Carrizal", que estava ao nosso lado na trilha e tem 2400 metros sobre o nível do mar.
Demos um mergulho nas águas geladas do El Tala e começamos a subir.
No começo da subida tem construções indigenas de pedra, e depois disso a trilha acaba, e tem que ir procurando os caminhos de cavalo para continuar a subida que levou umas duas horas.
No meio do caminho as moitas de palha estavam na altura do nosso peito, e foi uma parte bem difícil para nós. Chegamos ao primeiro platô e a ultima parte era com degraus naturais de pedra, bem ingreme, então tem que subir com ajuda das mãos.
Enfim, o topo, todos se abraçaram e Juan, pegou embaixo de umas pedras, um "Livro de Cumbre", onde todos que alcançam o cume, deixam uma mensagem e o nome. Foi muito emocionante.
Comemos, batemos fotos e descemos pela face de trás do cume, descemos bem rápido e chegamos na estrada para pegar uma carona e voltar a cidade.
Chegamos no hostel, ainda estava muito sol, e piscina estava cheia... nos aguardando. Dormimos cedo para acordar e ir até a rodoviaria comprar as passagens antes de viajar.

Todas as fotos da trip em http://picasaweb.google.com/lizoide/TripArgentina#

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